Documento de Posicionamento do Slow Food Brasil sobre Normas Sanitárias para Alimentos Artesanais

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Tradição, cultura e soberania
Desde os primórdios das domesticações e das agriculturas, a humanidade maneja e transforma diversos organismos para fins alimentares, visando, por meio do processamento, diminuir a perecibilidade e aumentar a durabilidade de ingredientes sazonais. Diversos vegetais e produtos de origem animal passaram a compor o repertório alimentar na forma de conservas, fermentados, curados, salgados, defumados, secos e desidratados, garantindo a subsistência das comunidades mesmo em períodos de menor produção. Por meio da prática e dos saberes desenvolvidos e acumulados ao longo de gerações, surgiram elaboradas técnicas. Isso demonstra o grande domínio sobre os processos de transformação do alimento ocorridos na íntima interação com a microbiota1 presente nos territórios.

O processamento de alimentos é uma das grandes características da agricultura familiar, muitas vezes com finalidade de suprir o consumo doméstico. Ele ocorre normalmente de maneira informal e bastante diversa, dando origem a produtos únicos. É essa base de conhecimento que sustenta a produção de alimentos artesanais e tradicionais.

O repertório das comunidades com tais práticas é integrado aos modos de vida. Esses produtos contribuem para as relações sociais, as culturas alimentares, a formação das identidades, a soberania e segurança alimentar e nutricional e a geração de renda.

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