brasil-sustentavel-29-2010-1.jpg

Entrevista Carlo Petrini na Revista Brasil Sustentável

Em pouco mais de 20 anos o símbolo do caracol se espalhou por 153 países, significando, mais do que uma antítese à velocidade da globalização, uma adaptação para a alimentação do conhecido slogan “Pense globalmente e atue localmente”.

A ideia de repensar o que cada país tem de único, junto com a percepção de que comer também é um ato agrícola, deu origem ao que hoje se chama de ecogastronomia.

Trata-se da tomada de consciência de que o alimento, do modo de produção ao consumo, incluindo o desperdício e o dejeto, é um elemento da sensibilidade ambiental, sustenta o jornalista italiano Carlo Petrini, 61 anos, fundador e presidente do movimento.

Graças ao seu empenho, o Slow Food nasceu em Bra, no Piemonte, terra de tradições culinárias que influenciaram o mundo, também ameaçadas pela globalização. Mais de 150 mil pessoas em cinco continentes trabalham para a educação do gosto e a preservação da biodiversidade alimentar, organizando eventos e publicando livros e revistas.

Em abril, Brasília sediou a segunda edição do Terra Madre Brasil – Encontro Nacional de Ecogastronomia, uma das manifestações do movimento, que reuniu produtores, chefs de cozinha e pesquisadores brasileiros. Carlo Petrini esteve lá, experimentou culinárias regionais, viu de perto como resistem as Fortalezas – os núcleos Slow Food de defesa de produtos ameaçados – e conversou com a Revista Brasil Sustentável.

Leia a entrevista:

brasil-sustentavel-29-2010-1.jpg
Clique e faça o download do PDF

 

Leave a Comment:

Últimas notícias

Visual Portfolio, Posts & Image Gallery for WordPress

revolta_dos_males

A revolta dos malês e a comida baiana

Date 24 janeiro, 2023
por Patrícia Nicolau e Ednilson Andrade, integrantes do coletivo Antirracismo Slow Food A revolta constituída de quase 600 homens, majoritariamente muçulmanos e...