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Almanaque Slow Food 2014

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Este ano, mais do que nunca, o Almanaque do Slow Food conta o que somos e aquilo que nos tornamos, graças aos projetos concretos que a nossa associação está realizando nos diversos territórios do mundo. Durante o último Congresso internacional, aos projetos foram dados números, representando três grandes objetivos estratégicos: a meta do Slow Food para os próximos anos.

 

10.000 produtos na Arca do Gosto, ou seja a defesa da biodiversidade, pois não podemos falar de acesso a um alimento bom, limpo e justo para todos se, ao mesmo tempo, a humanidade perder o seu patrimônio de variedades vegetais, raças autóctones e produtos tradicionais.

10.000 hortas na África, ou seja a construção de uma rede do Slow Food na África, com líderes africanos, pois não podemos falar de acesso a um alimento bom, limpo e justo para todos, se não nos preocuparmos com um continente onde são ainda mais evidentes os paradoxos do atual sistema alimentar.

10.000 comunidades do alimento e convivia, ou seja o fortalecimento da rede do Slow Food e Terra Madre, pois não podemos falar de acesso a um alimento bom, limpo e justo para todos, sem o compromisso e a mobilização, em todos os níveis, da associação e de toda a rede do Terra Madre.

O Almanaque, através das histórias que vêm dos quatro cantos do mundo, é a prova de como toda a rede do Slow Food e Terra Madre está lutando para alcançar estes objetivos. Temos a capacidade de criar histórias simplesmente a partir de um grão de café ou da água de um regador de uma horta africana; dos jovens europeus que reivindicam um sistema alimentar mais saudável e disposto a incluir novas energias; dos pequenos pescadores indígenas que, na Índia, mostram como a alegria é um sentimento indispensável para uma produção boa, limpa e justa.

E também sabemos contá-las. Ao folhear as páginas a seguir, portanto, pedimos que prestem atenção a esta alegria, que tentem identificar os sentimentos que, diariamente, são derramados nos campos dos agricultores que queremos defender. Não há rótulo, não há embalagem que pos- sa contá-los, mas o elemento sobre o qual assenta a agricultura que queremos é justamente uma “produção alegre”. Feita com o coração. Com a alma. E com competências muito complexas.

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